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Sistema imunológico: como o organismo nos defende de infecções?

A resposta imunológica é melhorada com a vacinação

Você é o tipo de pessoa que nunca fica doente ou uma leve mudança de tempo já é suficiente para a gripe aparecer? Seja qual for o seu tipo, a explicação para essa resposta do corpo depende do mesmo fator: o sistema imunológico.

Esse barreira protetora é formada por um conjunto de órgãos, células, proteínas e moléculas[1], caso do timo e medula óssea[2], que defendem o organismo contra agentes patológicos, como vírus, bactérias, parasitas e outros[1],[3]. Além disso, o sistema imune também é responsável por neutralizar toxinas, realizar a reparação de tecidos, quando há um ferimento na pele, por exemplo, e eliminar células cancerígenas[1].

O comportamento da atividade do sistema imunológico varia de indivíduo para indivíduo e está diretamente relacionado à genética, por isso algumas pessoas ficam doentes com mais facilidade e membros de uma família podem ter predisposição para a mesma doença[2].

O pensamento é quase equivalente quando tratamos de bebês e crianças. Você já teve a impressão que eles ficam doentes o tempo todo? Isso acontece porque o sistema imunológico dos mais novos não está totalmente desenvolvido[1], portanto, se torna mais suscetível à infecções e é por esse motivo que as vacinas são aplicadas na infância, para ajudar[1] a organismo a criar anticorpos e aumentar a imunidade.

Como o sistema imunológico atua?

A medula óssea e o timo são fundamentais para a atuação do sistema imunológico. O primeiro órgão é responsável pelo armazenamento dos linfócitos B, enquanto o timo concentra os linfócitos T[4]. Juntos eles formam diferentes classes de anticorpos que configuram o sistema imunológico[5].

Para ficar mais fácil: imagine uma guerra onde o campo da batalha é o organismo. Quando os micro-organismos maléficos, aqueles que causam infecções e outras patologias, invadem esse campo, as células protetoras atacam os agressores para combatê-los[2].

Os linfócitos B, por exemplo, dobram de tamanho, se proliferam e estimulam a produção de imunoglobulina[4]. Já os linfócitos T, também mudam de tamanho e quantidade, liberam citocinas - grupo de moléculas -, estimulam o grupo B e destroem as células dos invasores[4].

O sistema imune tem memória, já que ao se deparar com o mesmo agente pela segunda vez, sua resposta será mais rápida[6] de modo capaz até de evitar a manifestação de sintomas. Além disso, as vacinas são grandes aliadas do sistema imunológico, pois estimulam a produção de anticorpos e auxiliam essa resposta imunológica[6].

O que acontece quando a imunidade está baixa?

Quando o sistema imune está deficiente ou trabalha de forma ineficaz, uma pessoa pode apresentar quadros característicos da imunodeficiência, como maior probabilidade à infecções, viroses e câncer[1].

Um dos fatores que causa a baixa imunidade é a má alimentação devido a falta nutrientes essenciais, portanto o clichê que uma alimentação balanceada oferece todas as vitaminas e minerais é verdadeiro e essencial. Em alguns casos, para reparar essa falta, os especialistas podem indicar a suplementação[7].

Pharmaton Complex e Pharmaton 50+ podem ser indicados, uma vez que ajudam a melhorar a imunidade. Ambos os produtos são fonte de vitamina C e B6, zinco e ferro[8]. Esses nutrientes são conhecidos justamente por fortalecer o sistema imunológico e estimular a proteção celular[9].

Vale lembrar que outras causas comuns da imunodeficiência são as doenças crônicas, caso do HIV, câncer e diabetes[1], ou o uso prolongado de medicamento imunossupressores. Então, caso você desconfie que sua imunidade está baixa, consulte o médico.

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Referências

1 - Condino-Neto A. Susceptibilidade a infecções: imaturidade imunológica ou imunodeficiência?. Rev Med (São Paulo). 2014 abr.-jun.;93(2):78-82.
2 - Instituto Nacional de Câncer. Como o organismo se defende?. Disponível em: https://www.inca.gov.br/como-o-organismo-se-defende. Acesso em 23 de março de 2020.
3 - Delves, P. J., & Roitt, I. M. (2000). The Immune System. New England Journal of Medicine, 343(1), 37–49. doi:10.1056/nejm200007063430107
4 - Martínez, A.C.; Alvarez-Mon, M. O sistema imunológico (I): Conceitos gerais, adaptação ao exercício físico e implicações clínicas. Rev Bras Med Esporte vol.5 no.3 Niterói May/June 1999. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86921999000300010&script=sci_arttext. Acesso em 24 de março de 2020.
5 - Esquenazi, D. Imunossenescência: as alterações do sistema imunológico provocadas pelo envelhecimento. Revista do Hospital Universitário Pedro Ernesto, UERJ. v. 7, n. 1 (2008). Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistahupe/article/view/9279. Acesso em 24 de março de 2020.
6 - Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Imunização: tudo o que você sempre quis saber/Organização Isabella Ballalai, Flavia Bravo. – Rio de Janeiro: RMCOM, 2016.
7 - Abe-Matsumoto, L.T., Sampaio, G.R., Bastos, D.H. M. . Suplementos vitamínicos e/ou minerais: regulamentação, consumo e implicações à saúde. Ensaio Cad. Saúde Pública 31 (7) Jul 2015. Disponível em: https://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S0102-311X2015000701371&script=sci_arttext&tlng=pt
8 - Sanofi. Pharmaton - Produtos. Disponível em: https://www.pharmaton.com.br/produtos. Acesso em: 24 de março de 2020.
9 - Tramontino, V.S; NUÑEZ, J.M.C.; TAKAHASHI, J.M.F..K. Nutrição para idosos. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, 2009 set-dez; 21(3): 258-67. Disponível em: http://publicacoes.unicid.edu.br/index.php/revistadaodontologia/article/view/465/359.